ATUANDO COMO ALGODÃO ENTRE CRISTAIS 


(Participação em missões de paz)

De 1956 a 1967, tropas brasileiras, integrando a Força de Emergência das Nações Unidas, separaram árabes e judeus, no Oriente Médio.

Desde a criação da Organização das Nações Unidas (ONU), como fruto da Segunda Guerra Mundial, o Brasil vem apoiando as iniciativas destinadas a preservar a paz entre as nações e entre os homens de um mesmo país.

Em que pese o esforço que vem sendo feito no sentido de incentivar a convivência pacífica entre os países e o respeito à autodeterminação dos povos, guerras localizadas têm irrompido em várias partes do mundo. Isto tem exigido a colocação, entre os beligerantes, dos famosos capacetes azuis, cuja função se assemelha a algodão colocado entre cristais. 

Nesse sentido, o Brasil vem integrando missões de paz, enviando observadores militares, para Ásia (Índia e Paquistão), Oriente Médio (separando, entre 1956 e 1967, árabes e judeus), América Central (Nicarágua, El Salvador e República Dominicana), África (Angola, Moçambique e Ruanda) e Europa (na ex-Iugoslávia). 

De 1956 a 1967, tropas brasileiras, integrando a Força de Emergência das Nações Unidas, separaram árabes e judeus, no Oriente Médio.


Em face do prestígio do Brasil no âmbito internacional, oficiais-generais do Exército Brasileiro comandaram a Primeira Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola (UNAVEM I) e a ONUMOZ, Operação das Nações Unidas em Moçambique. 

Em 1994, o Exército Brasileiro enviou a Moçambique, como força de paz, uma Companhia de Infantaria, encarregada de fiscalizar a desmobilização das forças guerrilheiras que convulsionavam aquele país africano. 

A participação brasileira nas forças de paz da ONU, em Angola, foi fundamental para se chegar ao entendimento entre as facções em luta.


A participação brasileira nas forças de paz da ONU, em Angola, foi fundamental para se chegar ao entendimento entre as facções em luta. 

Meio século depois da FEB, tropas brasileiras atravessam o Atlântico, desta feita para garantir a conveniência pacífica entre irmãos, em Moçambique, país amigo de língua portuguesa. 

Os militares brasileiros, mercê do excelente desempenho de suas atribuições como combatentes da Paz, têm angariado o respeito e a admiração internacionais, pela forma profissional como enfrentam os desafios da missão e pela forma fraterna com que se relacionam com os naturais de cada país. Com isso, conseguem projetar em verdadeira grandeza, o valor do Exército Brasileiro no exterior.

Meio século depois da FEB, tropas brasileiras atravessam o Atlântico, desta feita para garantir a conveniência pacífica entre irmãos, em Moçambique, país amigo de língua portuguesa.


As Missões de Paz são o instrumento do Brasil para a garantia dos direitos de todos os povos em conflito.

A alma conciliadora do brasileiro capacita o nosso soldado a contribuir de modo significativo para paz mundial.

 

De: Theodoro da Silva Junior <theojr@terra.com.br> 
Data: 18/02/2006 (23:15:38) 


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