EGITO - Sabonete Artesanal



Sabonete Glicerinado e Aromatizado Esfinge

Não, você não está vendo uma miragem! Este é um sabonete artesanal em formato de Esfinge (cabeça humana - no caso de Quéfren - e corpo de leão) e pode ser a energia que faltava para positivar as vibrações de seu lavabo.

Como os Faraós teriam vida eterna, de acordo com as lendas egípcias, eles precisavam de templos e túmulos que, além de protegidos, perdurassem pela eternidade.

Nessa época. a civilização egípcia já era antiga quando os gregos chegaram ao Egito e descobriram de guarda, perto da moderna aldeia de Gizé, um estranho animal a que deram o nome de Esfinge. Desde que essa criatura híbrida recebeu o nome de Esfinge, ela tem representado para os forasteiros tudo o que é estranho e insondável a respeito da civilização egípcia. Os egípcios consideravam a Grande Esfinge de Gizé uma encarnação de Harmáquis, uma manifestação de seu Deus-sol. Acredita-se que seu rosto seja um retrato de Quéfren, que era o rei do Egito quando a grande estátua foi esculpida, porém esses dados não são muito considerados pois não se sabe ao certo a verdadeira idade do monumento.

Da mesma forma é um termo geral que designa combinação plástica de homem e animal. A Esfinge era uma espécie de guardiã de seus santuários, costumava ter o corpo de leão e a cabeça de ser humano, carneiro e falcão, animais que eram considerados sagrados para os Egípcios.

De acordo com um antigo texto, um jovem príncipe que andava a cavalo pelo deserto parou para descansar à sombra da Grande Esfinge que lhe falou, em sonho, prometendo o trono do Egito se ele tirasse a areia que se amontoara em torno dela. O príncipe Tutmose IV removeu a areia e se tornou rei do Egito há 34 séculos, e nessa época a Esfinge já tinha 1100 anos.

Alguns autores relacionam a construção das pirâmides com elementos estranhos à cultura faraônica, que consideram desprovida do desenvolvimento tecnológico necessário à construção de edifícios tão perfeitos como, no caso, as pirâmides e as esfinges. Outros atribuem essa perfeição à presença de extraterrestres no nosso planeta. Outros ainda, associam-na à existência de uma civilização muito avançada em um período anterior à Idade Antiga. Finalmente, a forma geométrica das pirâmides, com sua ampla base quadrada e o vértice apontando para o céu, levou a pensar que podiam ter sido construídas para concentrar a energia renovadora presente no Universo.

A Esfinge gigante feita num contraforte rochoso de pedra calcária, com a forma de um leão deitado com a cabeça humana e touca da realeza, de 73 m de comprimento e 20 de altura. É possível que originalmente estivesse coberto por gesso pintado. Se olharmos uma fotografia de perto da Esfinge, percebe-se que o padrão de desgaste da Esfinge não é na horizontal como visto em outros monumentos de Gizé, mas vertical o que parece ser erosão provocada pela água. O desgaste horizontal é resultado pela exposição prolongada a ventos fortes e tempestades de areia. Com certeza houve várias tempestades assim nesta árida região do Saara. Surgem então as perguntas: Poderia a água ser responsável pelo desgaste vertical na Esfinge? Água de onde? (chuvas só poderiam acontecer nessa região do Egito em 10.500 A.C., quando Gizé era uma planície verdejante).

Na época em 1380a.C., os mamelucos tomaram a cabeça da Esfinge como alvo de seus exercícios de tiro, tanto que abriram larga brecha no lado esquerdo do crânio do deus, O nariz está completamente destruído, o lábio superior também sofreu muito, fora a reação do vento do deserto carregando assim suas areias e desgastando profundamente a pedra que forma o pescoço e a forma exterior do torso, mas contudo ela está lá com sua dignidade altiva, seu olhar fixo e infinito.

Julga-se também existir um túnel ligando a esfinge à Grande Pirâmide, e que ambos os monumentos eram, na verdade, câmaras iniciáticas. Estudiosos chegam a datar a esfinge em até dez mil anos de idade!

Como se vê, o enigma está longe de ser solucionado. Perto das reminiscências de Memphis, que fica próximo ao Cairo, fica a Esfinge construída em homenagem a um faraó desconhecido, muito provavelmente durante 18 dinastias, entre os anos de 1.700 e 1.400 a.C.. A Esfinge pesa em torno de 90 toneladas e corroeu-se por muito séculos, mas permanece como um dos grandes cartões-postais do Egito. A enigmática figura da Esfinge construída em bloco rochoso que, provavelmente, teria sido deixada na pedreira de onde se extraiu o material necessário para a construção da vizinha pirâmide de Quéfren.

Em termos espaciais, só a cabeça da esfinge se sobressai do nível do terreno enquanto o corpo é construído por uma parte das paredes verticais da pedreira de quase 20m de profundidade. Na época dos soberanos da quarta dinastia, a esfinge simbolizava a força leonina e invencível do faraó, o que explica o motivo dela ter o rosto de Quéfren.

Estendendo-se do Egito até a Grécia, abrangendo depois o mundo todo, chegou até nós, vindo da mais remota Antigüidade, uma pequena lenda conhecida como "o enigma da esfinge", em que esta interpelava a todo o viajante que dela se acercasse, com uma única pergunta: "Qual o animal que caminha com quatro patas ao amanhecer, com duas ao meio-dia e com três ao anoitecer?" O castigo para quem não conseguisse desvendar o enigma era o de ser devorado pela esfinge.

Mas OEdipo deu a resposta certa, vencendo assim o misterioso animal: "É o homem, pois na primeira infância engatinha (quatro patas), ao meio dia anda de pé (duas patas), e ao anoitecer, na velhice, caminha apoiado a um bastão (três patas)".

É evidente que temos aqui uma lenda iniciática cujo sentido oculto pode apenas ser entrevisto, pois na verdade a solução do enigma é uma verdadeira revelação, segundo o significado puro deste termo que é o de tornar a velar, re-velar, ou velar duas vezes, pois, pretendendo explicar a esfinge, a lenda nos apresenta uma outra figura não menos misteriosa que é o próprio OEdipo. que por si significa "de pés inchados", ou seja, o infatigável caminhante, o peregrino da vida que, de tanto andar a procura de "algo", tem os pés inchados.

Então, com uma pequena e superficial interpretação da Esfinge, símbolo das iniciações passadas, mas que muito poderá contribuir para que no presente o discípulo possa enfrentar o "monstro" sem receio da tremenda ameaça: "Decifra-me ou te devoro".

Enfim, fizemos todas essas analogias para mostrar que a Esfinge representa o Homem Imortal, o Homem Auto-Realizado e, na nossa Esfinge, além de você escolher a cor que vai recobri-la, buscando sua auto-realização pelo seu brilho, poderá ainda escolher a fragrância que mais gosta!

 


 

VOLTAR