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Livros |


AUTOR:
Fabiano Luis Bueno Lopes é Graduado, Mestre e doutorando em História pela
Universidade Federal do Paraná. Desenvolve pesquisas em História Militar desde
2001, sendo autor de inúmeros artigos sobre o tema publicados em diversos
periódicos no país.
SINOPSE:
O livro trata de aspectos relativos à memória histórica dos chamados Boinas
Azuis, ex-participantes da I FENU (Primeira Força de Emergência das Nações
Unidas) no Oriente Médio, força de paz criada para estabelecimento e
manutenção da paz após a deflagração da Guerra de 1956 entre Israel e Egito.
Os militares permaneceram na região até 1967, por ocasião do início da Guerra
dos Seis Dias. Encerrada a missão, os jovens brasileiros retornaram para seu
país, trazendo consigo uma experiência marcante que procuraram não esquecer. O
trabalho buscou entender os elementos simbólicos construídos pelos veteranos
do Batalhão Suez, nome pelo qual o contingente brasileiro ficou conhecido.
Analisamos várias ações dos veteranos pertencentes a uma associação com sede
em Curitiba e com vínculo com outras associações de Boinas Azuis espalhadas
pelo Brasil, identificando aspectos relativos a formação de uma identidade
comum aos indivíduos do grupo social, as maneiras como são lembradas as
experiências, quais os objetivos presentes nos projetos da organização e de
que modo ocorrem as relações com a sociedade, com o Exército Brasileiro e com
o Governo.
Gostaria de informar a todos os amigos, colegas e demais interessados por
História, o lançamento do livro de FABIANO LOPES, intitulado 'BATALHÃO SUEZ:
Memória, história e representação coletiva', sobre a atuação de brasileiros na
primeira Força de Emergência das Nações Unidas.
A distribuição está a cargo de Bárbara Vieira: tel. (41) 91132462 e em breve nas principais livrarias. Valor: R$ 25,00.
Peacekeeping forces-Canada-Biography
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CM . . .
. Volume XII Number 3 . . . . September 30, 2005 Canadian Peacekeepers: Ten Stories of Valour in War-Torn Countries. (Great Canadian Stories).
Norman S. Leach. |
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Subject
Headings: Grades 9 and up / Ages 14 and up. Review by Thomas F. Chambers. ** /4
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excerpt:
Canada's Lester B. Pearson led the negotiations that established the United Nations Emergency Force (UNEF) in November 1956. Pearson won a Nobel Prize for convincing the world that putting neutral military forces between the two opposing sides would be a way to ensure that the negotiated ceasefire held. It was a good idea but was missing an important ingredient-without the right leadership, the peacekeeping plan was doomed to failure.
Once again, the Canadian government turned to Lieutenant General "Tommy" Burns. Tommy was available, and with his UNTSO experience in both the politics and logistical problems of the region, he was the perfect choice. Speaking about the early days of the mission and how well Pearson and Burns worked together, J. King Gordon, public relations officer on the UNEFF staff, said, "Pearson's reputation for peacekeeping could not have been gained without this partnership."
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Canadian Peacekeepers is divided into nine chapters covering Canadian peacekeeping missions in Egypt, Cyprus, Rwanda, Afghanistan and Yugoslavia and the careers of prominent Canadian peacekeepers. The latter include former Prime Minister L.B. Pearson and Generals Lewis Mackenzie and Roméo Dallaire.
Since the genocide in Rwanda in 1994 and the publicity surrounding the UN mission there, General Roméo Dallaire has become Canada's best-known peacekeeper to the present generation of Canadians. Older readers will likely remember the contribution of Pearson who suggested the creation of a peacekeeping force at the time of the Suez Crisis in 1956. Their stories and those of the other noteworthy Canadians involved in peacekeeping are told with conviction. Reading them should instill a sense of pride in young readers.
Because Canadian Peacekeepers is intended to be general recreational reading, it has few teaching aids and no illustrations, additions that would have increased its classroom value. While there are some book references and websites relevant to peacekeeping, there is neither an index nor a glossary. Neither are there any maps. While students can easily check the locations of the places mentioned in an atlas or via the Internet, maps in the text would have been a definite asset. The book also assumes a relatively sophisticated knowledge of world events that many adults probably do not have. Would 14-year-olds understand what is meant by the Cold War or why a UN mission was needed in Kashmir? Would they know who Archduke Ferdinand was and who the Huns were? A glossary or brief explanatory footnotes would have made the book more useful.
There are two questionable statements in Canadian Peacekeepers. Leach suggests that the Liberal Party lost the 1957 election because the Liberal government was "widely blamed for not standing by Britain and France - the mother countries - during the Suez Crisis." While this may have been a factor in the government's defeat, history books usually claim that the government's arrogance, and particularly that of Minister of Trade and Commerce, C. D. Howe, during the "Pipeline Debate" of 1956, was the main reason. In addition, while France is indeed one of Canada's "mother countries" ties between France and her colony were severed in 1759 with the defeat of the Marquis de Montcalm by General Wolfe when New France became a British colony. By 1957 Canadians of French ancestry did not regard France with nearly the same affection as many English Canadians regarded Britain whose ties with Canada remained strong until recently.
Author, Norman Leach graduated from the University of Manitoba with a degree in Strategic Studies. Before Canadian Peacekeepers, he wrote Great Military Leaders. His writing style is suitable for the intended audience. Apart from the oversight of not explaining the importance of terms like the Cold War, the text is easy to read.
Recommended
Thomas F. Chambers is a retired college teacher living in North Bay, ON.
To comment on this title or this review, send mail to cm@umanitoba.ca.
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Published by The Manitoba Library Association
de Theodoro da Silva Junior <theojr@terra.com.br>
data 19/07/2008 09:53
assunto CANADIAN PEACEKEEPERS BIOGRAPHY
Saiba mais sobre A Guerra da Palestina
A Guerra da Palestina
de André Gattaz (Doutor em História Social, USP)
Prefácio de Maria Aparecida de Aquino
Capa e projeto gráfico de Camila Mesquita
São Paulo: Usina do Livro, 2002. 240 p, 23 cm.
ISBN: 85-88964-02-3 / Preço: R$ 23,00
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de Theodoro da Silva Junior <theojr@terra.com.br>
data 06/06/2008 20:19
assunto LIVRO - A GUERRA DA PALESTINA
Visão Judaica - DESFAZENDO MITOS DO ORIENTE MÉDIO
Caros
amigos: (por - Félix Maier)
Salamalico!
Nesses tempos em que aumentou consideravelmente o interesse das
pessoas pelo islamismo, aproveito para transcrever um capítulo de meu
livro “Egito – uma viagem ao berço de nossa civilização”,
editado em 1995 pela Thesaurus. O texto aborda Os fundamentos do Islã.
As obrigações do muçulmano, O cisma muçulmano e o fundamentalismo
islâmico, Expansionismo muçulmano na atualidade, A intolerância islâmica,
A mulher no islã, O final dos tempos, Alguns capítulos corânicos, A
beleza das mesquitas e Algumas prescrições corânicas.
Espero que gostem, intchaalá (se Deus quiser).
Ma salama!
A GUERRA DOS SEIS DIAS

Quero aproveitar o ensejo e
encaminhar para publicação no Site, as fotos da Capa - e Contra-Capa de mais
um livro que conta história sobre " A GUERRA DOS SEIS DIAS" de inesquecível e
triste lembrança para os soldados Brasileiros do Btl.Suez, que o digam o
pessoal do 20º Contingente.AVISO IMPORTANTE AOS LEITORES em geral e em
especial AMIGOS DO NOSSO SITE Batalhão Suez:- QUE O LIVRO " a guerra dos seis
dias" PODERÁ SER ADQUIRIDO, VIA CORREIOS.Esse livro "A GUERRA DOS SEIS DIAS"
escrito por A.J.Barker, - ´Pode ser comprado imediatamente. Basta o
interessado mandar um e-Mail ao Senhor CARLOS A. TELES (Vendedor autônomo de
Livros) pedindo informações de como adquiri-lo, pelo seguinte e-Mail:-guerra@telecomnews.com.br
. Eu adquiri o livro recentemente da seguinte forma;-Encaminhei minha
solicitação ao Sr. Carlos Telles, que repassou o nº da conta Bancária dele
solicitando um depósito no valor de R$ 35,00. Logo em seguida encaminhei, via
e-Mail ,cópia do comprovante de pagamento e após poucos dias recebia em casa o
exemplar solicitado.Quem se habilitar que se apresse pois o estoque poderá ser
limitado.
De: Theodoro da Silva Junior <theojr@terra.com.br>
Data: 2/10/2005 (14:33:03)


Livro "ORIENTE RAPAZ !" - A participação dos Capacetes Azuis brasileiros no Oriente Médio com 154 páginas ,escritos pelos jornalistas: Daniel Azevedo Duarte e Wellington Miareli Mesquita, retrata interessantes aspectos da história do Batalhão Suez. Colaboração DACÍLIO A. MAGALHÃES
Artigo sobre o Btl. Suez


“BATALHÃO SUEZ...Fora de forma, marche! – Missão árdua ou tempo perdido? De Roberto Brenol Andrade (13º Contingente) Editora Estante de Literatura ARI-CORAG - Associação Riograndense de Imprensa e a Companhia Riograndense de Artes Gráficas


“CONTINGENTES DO BATALHÃO SUEZ” De Roberto Ferreira da Costa ( 10º Contingente)CEASP - Relação Nominal de todos integrantes do Batalhão Suez do 1º ao 20º contingente.

“SERÁ QUE VALEU A PENA?” (Não
divulgado) de Dacilio de Abreu Magalhães - 3º Contingente."Se queremos progredir
não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova" Mahatma Gandhi
Dacilio@yahoo.com.br - Em breve será editado!.


ORIENTE MÉDIO ( Batalhão Suez)"
Capitão Capelão Dourado (Joaquim de Jesus Dourado "Nossos rapazes são filhos de um pais em marcha. Ainda não parou. É força
estuante. É mocidade. Amarrar os pés de Garrincha seria crime imperdoável. Prender os músculos de nossa mocidade, obrigá-la a ficar esborrachada na areia, apática, semimorta, seria privá-la do direito de ter nascido num pais de liberdade. Se são irrequietos, alegres, lutadores, nossos rapazes, é deixá-los assim como nasceram. Ademais, são filhos dos trópicos, de sangue à flor da pele, e vivos como cabritos montanheses. Em nossa Pátria, quando um rapaz para, é porque está para morrer..." Magnífica resposta de um major do nosso simpático Batalhão Suez, a quem protestava contra as peladas e correrias de nossos soldados pela praia de Rafah.Palavras que traduzem fielmente a gostosa impressão que fica em nossa alma brasileira após "engolir" os rápidos e brilhantes capítulos deste novo livro de J.J.Dourado. Realmente. Talvez o sem querer, apenas descrevendo e comentando com singeleza e verdade afazeres e as folgas do nosso Batalhão Suez, juntamente com soldados de outras nações da ONU, o Autor nos faz amar mais a Terra em que nascemos e a liberdade em que vivemos. Dom precioso! Os soldados Iugoslavos que digam... Digam-no as mulheres do do velho Oriente, que valem menos que que uma galinha morta.... as mulheres soldados dos "Kibbutzim"... os indianos.... E como são interessantes e instrutivas as cenas do cotidiano daquele outro mundo. As mulheres menos queridas, e mais baratas que o camelos; a cândida inocência dos ladrões; o desfile de cidade e cidade, muitas delas bíblicas; os notáveis capítulos da visita ao Sinai. Outras facetas agradável destas páginas, é o sabor humano dos problemas e probleminhas de nossos patrícios, vivendo longe do Brasil; saudosos; inquietos; a cata de notícias; aventurando amores mal sucedidos; cantando, chorando, rezando, lutando, errando e acertando, mas sobretudo, conquistando sempre mais simpatias para nosso Brasil. Eis Oriente Médio; leitura leve, sadia, rica de ensinamentos, de beleza e de civismo. (Colaboração Theodoro)
