E-MAIL RECEBIDO
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trechos de sua mensagem |
16ªMENSAGEM
Para: Salim Btl Suez <sadou@terra.com.br>
De: Dacilio Magalhaes <dacilio@yahoo.com.br>
Data: Thu, 20 Dec 2007 11:38:12 -0200
Assunto: Bilhete da loteria Federal
Caro amigo Salim
Cordiais saudações.
Eu tinha jurado não mais tomar conhecimento de qualquer assunto referente ao
Batalhão Suez em função dos parias que infestam e denigrem o que temos de melhor
para recordar - Um trabalho sério, bem feito, vibrante e com muito sofrimento -
Sempre que posso deleto tudo o que me chega, a ponto do Theodoro não mais
escrever, por não ter respostas das mensagens que me envia.
Hoje eu vi uma mensagem dele e resolvi abrir e para minha surpresa ele divulga
mais uma iniciativa brilhante sua e de seu pessoal...Parabéns, parabéns e
parabéns.
Depois você fica me elogiando - Você é quem , todos nós devemos colocar numa
posição de destaque, servindo de exemplo para aqueles que não entendem que esse
trabalho desenvolvido pelos jovens brasileiros, não é somente uma Missão de Paz,
mas sim uma Sagrada Missão de Promover a Paz e talvez não sintem a plenitude
desse trabalho, que além de ajudar àquele povo discriminado, prestaram
relevantes serviços a Comunidade Internacional.
Nós precisamos muito de você, meu caro Salim e
nada mais justo do que, nesse momento em que estamos envolvidos pela emoção do
Natal fazer um pedido ao Criador:
" Que Deus o mantenha por muitos e muitos anos sobre essa Terra e debaixo desse
Céu para nós possamos vibrar, chorar, lhe agradecer e poder desejar a você e a
sua família votos de um Feliz Natal e um Ano Novo com muita alegria, saúde, Paz
e realizações mil."
Magalhães
15ªMENSAGEM
Caros amigos em particular Wilton Melo e pares
Cordiais saudações.
Acessei o Site abaixo e tive a surpresa de ver a solicitação de cadastramento da
nova medalha da ABIBS-RS (Medalha do cinqüentenário do Batalhão Suez).
Embora tenha me afastado de toda e qualquer atividade em São Paulo, por motivos já mencionados, fiquei orgulhoso em saber que continua existindo estímulos suficientes para se levar a bom termos a divulgação dos nossos feitos, assim como levamos a bom termo a missão que nos foi confiada. parabéns a todos os envolvidos e se existir uma forma de poder ostentá-la em meu peito, o farei com muito orgulho.
Forte abraços a todos
Magalhães
14º MENSAGEM
Para: alceu.batista@batalhaosuez.com.br
Assunto: Re: Erro da minha parte! Resposta
Remetente: Dacilio Magalhaes <dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sun, 11 Jun 2006 21:31:29 GMT
Caro Alceu
Saudações Cordiais
Está correta a informação de apenas uma baixa, acontecida, me parece com o Sd. João a bordo do navio Custódio de
Melo. Esse rapaz teve uma infecção e como os oficiais estavam recolhidos em função dos
constantes enjôos provocados pela balanço do navio, não houve uma atendimento à altura e veio a falecer. O Gen. de
Divisão Iracílio Ivo de Figueiredo Pessoa, então Tenente Coronel comandante da Unidade, informou que o
navio dispunha de medicamentos capazes de atender as mais variadas enfermidades, até pequenas cirurgias, mas não foram direcionadas para esse colega que após falecer, foi jogado ao mar. Os outros que vieram a falecer, foram de outros contingentes.
Espero ter colaborado.
Um grande abraço
Magalhães - 3º Cont.
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Assunto: Erro da minha parte!
Remetente: mauricio@swissinfo.org
Data: Sat, 10 Jun 2006 22:58:06 GMT
Mauricio Moreira, escreveu para Alceu ( e este enviou uma cópia para Dacilio
de Abreu Magalhães )
Prezado Sr. Alceu,
Gostaria apenas de corrigir uma informação que prestei mas que ao conversar depois com o meu pai este me corrigiu:
A foto sobre baixas brasileiras: Na verdade não houve baixa em terra por parte do 1º
contingente! Houve sim, um caminhão do exército que passou
por uma mina terrestre, mas milagrosamente os tripulantes foram lançados pelo teto a fora graças ao fato da coberta da cabina ser de lona! (caminhão
conhecido como "fenemê"). Houve sim uma baixa ainda a caminho (no Custódio de Mello) e o corpo foi lançado ao mar na área do mediterrâneo. Essa foto foi publicada no
Correio da Manhã na época ( possuímos registro ). Os demais registros de mortos são de pessoas árabes pela indumentária.Conversando com meu pai este está à disposição para colaborar segundo interesse desta associação / site ou do senhor.
Estarei escaneando estas fotos que mencionei para enviar-lhe.
Mais uma vez obrigado,
Mauricio Moreira
mauricio@swissinfo.org
13º MENSAGEM
Para: Theodoro Da Silva Júnior <theojunior@batalhaosuez.com.br>
Assunto: En: surpresa!!!!
Remetente: Dacilio Magalhaes <dacilio@yahoo.com.br>
Data: Fri, 26 May 2006 12:01:18 GMT
Prezado amigo, como estamos?
Espero que, como das outras vezes tudo esteja bem, com a graça do Senhor. Hoje aconteceu algo que me deixou muito feliz. Fui convidado para ir a uma solenidade aqui no Haiti, onde estavam dois representantes da Associação dos Integrantes do Batalhão Suez (RS).
Nesta ocasião, fui agraciado com a medalha da Ordem do Mérito do Batalhão Suez, série ouro. Aquela muito linda que o amigo já possui. Foi com grande honra que recebi e fiquei muito feliz.Conversei com os amigos sobre as passagens de São Paulo e eles me falaram muito bem dos amigos Dacílio, Sérgio e Vargas.
Disseram até que você estava fazendo um belo trabalho em São Paulo e comentaram saber
(...) Um deles era um capitão, parece que pertencente ao 4º Contingente e o outro era um tal de
Mello (moreno), soldado à época e agora empresário. Pessoas muito tranqüila e parecem muito bem intencionadas.
fiquei muito satisfeito em saber que seu trabalho na terra paulista é reconhecido. Valeu ! e Parabéns!!
12º MENSAGEM
11º MENSAGEM
De:Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sat, 4 Sep 2004 00:05:09 -0300 (ART)
Assunto: Elogio de longa distância
Caro colega de luta Alceu
10º MENSAGEM
De:Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sun, 29 Aug 2004 16:23:19 -0300 (ART)
Gostaria que essa resposta a carta que o Theodoro me enviou, elogiando-me muito, fosse divulgada para que todos os leitores desse Site, saibam que existem homens sérios idealistas que se dedicam horas a fio, (...), num trabalho sem recompensa financeira, mas com o intuito único de ver homens que lutaram pela pátria, sendo reconhecidos.
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Preclaro e dileto amigo Theodoro
Normalmente quando escrevo para você, não o faço pensando em ser elogiado, mas sempre que escrevo volta uma avalanche de elogios que, certamente não mereço. Veja bem, tudo o que fiz durante os períodos em que fui Secretário, Vice Presidente e Presidente da ABIBS/SP, não foi mais do que minha obrigação, apenas aproveitei um pouco da experiência que tive na vida sindical e coloquei em prática; seria o que todos os que tiveram o leme das Associações na mão, deveriam ter feito para que essa história não morresse e para que alguns milhões de irmãos conhecessem melhor a nossa história e se orgulhassem de serem brasileiros..
Acompanhamos a mídia dando ênfase a chegada da Seleção de futebol no Haiti e disseram de boca cheia que os “Canarinhos pararam a Guerra”, isso só porque algumas centenas de admiradores de nossa Seleção saíram à rua para acompanhar de perto seus ídolos. Se essa seleção saísse às ruas de qualquer cidade brasileira, em carro aberto, aconteceria o mesmo e não estariam parando guerra nenhuma por aqui.
Nós é que paramos a Guerra...A Guerra de Suez e deixamos o Egito e Israel sem Guerra durante 10 anos e não durante 90 minutos e quando chegamos, ninguém tomou conhecimento da nossa existência. Fomos os “Boinas Azuis descartáveis”.
Quer saber de uma coisa meu amigo Theodoro? O que me faz revoltado com esse descaso para com o nosso trabalho é por exemplo, o caso do Premio Nobel da Paz; quando aconteceu em 28 de setembro de 1988, todos os jornais de São Paulo noticiaram - e eu tenho todos eles - mas colocaram uma foto dos Boinas Azuis no Líbano festejando o premio ora recebido e em quase meia folha, falaram de todas as Operações de Paz e além de não comentarem nada sobre a UN|EF-1, não mostraram uma só foto do nosso pessoal. Agora eu pergunto: - Será que na época não existia a profissão de fotógrafo no Brasil, pois tivemos 20 partidas e 20 chegadas e nem uma foto existia nos arquivos das redações para colocar nos jornais e noticiar o fato mostrando os brasileiros como detentores desse maravilhoso premio?
Enquanto existir esse Site - e se acabar, vamos criar outro - e enquanto eu puder escrever e falar nas comemorações, eu vou dizer alto e em bom som que, em virtude do premio, único para o Brasil, nessa modalidade, que o Militar do Exército Brasileiro, o Boina Azul, o Soldado da Paz, é o melhor do mundo, mesmo sem mídia, mesmo sem multidões nos acompanhando e mesmo seu ouro e sem prata, mas com um Bronze que nos orgulha muito e que daqui pra frente, ninguém poderá ter um igual.
Eu escrevo pra você porque lhe admiro muito e porque vi o seu trabalho nesse Site, coisa que ninguém faria e eu inclusive comentei com minha esposa e ela achou incrível você selecionar 6.000 nomes para que o nosso Site não devesse nada aos mais completos existentes por ai.
Eu me engajei realmente e enquanto vocês deixarem, estarei por ai, escrevendo, chorando, vibrando, pois sei que agora eu estou do lado de pessoas sérias que não fazem da Entidade trampolim político e que nos desfiles não estão preocupados em que lado estão as Câmeras de TV.
"Deus lhe proteja para que nós Boinas Azuis estejamos protegidos".
Um grande abraço extensivos a todos os seus familiares
Seu admirador incondicional
Dacilio de Abreu Magalhães - Cônsul em São Paulo
9º MENSAGEM
Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sun, 1 Aug 2004 21:06:20 -0300 (ART)
Assunto: Eu prometo
Dia 31 de julho, no 20º. Batalhão de Infantaria Blindado, em Curitiba, recebi o título de Cônsul no Estado de São Paulo da Associação Brasileira dos Integrantes do Batalhão Suez / RS, podendo doravante promover eventos quando poderemos como antes, fazer com que as autoridades civis e militares possam tomar conhecimento da grandiosidade do trabalho dos jovens brasileiros no Oriente Médio.
No restaurante daquela unidade onde foi instalado um sistema de som para a continuidade das homenagens, pude dar conhecimentos aos presentes que dividi os direitos autorais em parceria do livro "Será que valeu a pena", escrito por mim em 1988, com os Senhores Fernando Vargas Neto, 20º. Contingente e Theodoro da Silva Junior, 10º. Contingente, através de documento firmado por mim no 23º. Cartório de Registro Civil da Casa Verde - São Paulo, dando plenos direitos a esses Senhores de corrigir o livro, acrescentar novos fatos, editorá-lo, editá-lo, comercializar, doar ou presentear seus exemplares, devendo os recursos arrecadados com a comercialização, serem direcionados para as Associações do Paraná e de Porto Alegre.
Do mesmo modo, com documento firmado no mesmo cartório, passei também para os Senhores Fernando Vargas Neto, 20º. Contingente e Theodoro da Silva Junior, 10º. Contingente os direitos autorais em parceria, da fita de vídeo em VHS, contendo a História do Batalhão Suez, produzida, montada, dirigida e narrada por mim, podendo esses colegas, copiar ou transformar o conteúdo da fita original em DVD e comercializar, doar ou presentear os exemplares. Os recursos financeiros arrecadados com a venda desses produtos deverão ser destinados às Associações do Paraná e de Porto Alegre.
Dacilio de Abreu Magalhães
3º. Contingente
8º MENSAGEM
=?Dacilio Magalhaes?= <dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sun, 15 Aug 2004 01:15:32 -0300 (ART)
Para: Theodoro <theojunior@uol.com.br>
Arquivos Anexos: ABIBS - BRASIL.doc (application/msword)
ABIBS
– BRASIL
Esse
foi o tema central das palavras de Theodoro da Silva Junior Cônsul da ABIBS/RS
em Curitiba quando iniciou suas palavras mostrando a satisfação que tomou
conta de seu coração na solenidade realizada no 20º Batalhão de Infantaria
Blindado na cidade de Curitiba, Estado do Paraná.
Ele
tem toda razão quando diz que ali, naquela unidade Militar, no dia 31 de julho
de 2004, na presença do Exmo. Sr. Gen. Div. Luiz Carlos Minussi, Comandante da
5ª. Região Militar, do Exmo. Sr. Gen. Brg. Adhemar da Costa Machado Filho,
Comandante da 14ª. Brigada de Infantaria Motorizada e do Ilmo Sr. Ten. Cel.
Carlos Eduardo Bomhausen Cardoso, Comandante do 20º. Batalhão de Infantaria
Blindado foi lançada a “Pedra fundamental” que dará inicio a uma nova
conceituação e uma nova idéia de uma possível e sonhada nova denominação.
Tem
que ser em Curitiba o lançamento da tão sonhada Pedra fundamental da unificação
do Batalhão Suez, pelas razões que se seguem:
Quero dizer, meu caro Theodoro, que o batalhão Suez, embora seja oriundo dos
diversos estados da Federação, ele é único, portanto não justifica 4, 5, 6
ou mais Associações, com nomes, inclusive diferentes para representar
militares do Batalhão Suez oriundo do III/2º. RI e que participaram de uma
mesma missão no mesmo centro de operações. A iniciativa de unificação,
poderia partir de Curitiba, do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais ou
de qualquer outra associação, só que a única Entidade que está capacitada a
levar a bom termo essa unificação é a de Porto Alegre; é a única que tem um
órgão de divulgação que pode ser lido por qualquer autoridade e sem dúvidas
é a única que detém o direito de uma condecoração, registrada e reconhecida
pelo Exército Brasileiro. ABIBS/RS ou ABIBS-BRASIL.
Muitos dos nossos já se foram e não tiveram a honra de estar perfilado, de
frente para o palanque oficial recebendo, com os olhos cheios de lágrimas, a
Medalha “Ordem do Mérito do Batalhão Suez e não tiveram a satisfação de
desfilar sob o comando de um General Boina Azul; outros estão entre nós e
seria como se não estivessem, pois nada sabem e nada procuram saber.
Temos que correr muito, meu caro Theodoro temos que nos espelhar no trabalho árduo
dos colegas Melo e Sergio Luiz, de sua esposa e filhos para que possamos atingir
a todos os colegas antes mesmo que ele nos deixem e despir da vaidade que
envolvem muitos de nossos colegas que acaba por dificultar o bom trabalho que
ora estamos empenhados em realiza em prol do reconhecimento dos feitos de nossos
Boinas Azuis.
Lá se vão 47 anos do inicio da Missão e 37 do seu trágico fim e essa distância
de tempo vai fazendo com que os adultos de hoje não se lembrem mais de qualquer
tipo de Operação de Paz que o Brasil tenha participado no passado e isso
contribuirá para que essas autoridades, jamais concordem a nos ajudar a sermos
reconhecidos; esse trabalho que a ABIBS/RS vem fazendo, tem a finalidade, dentre
outras, a de recuperar esse tempo perdido.
Não podemos esquecer que os Srs Wilton Melo Garcia e Sergio Luiz Dias lutaram
incansavelmente para que tivéssemos tantas alegria e o despontar do
reconhecimento dos nossos feitos por parte de algumas autoridade. É preciso que
todos saibam e que ninguém esqueça; é preciso perpetuar esses nomes.
Parabéns Theodoro pelas palavras, você é incomparável quando usa o lápis, a
caneta ou o teclado do computados, principalmente quando o tema é Batalhão
Suez; sou seu fã incondicional e escrevi essas palavras para mostrar a quem ler
esse artigo, que tem gente do seu lado.
Um dia eu disse que sou carioca de nascimento, paulista por contingência e gaúcho
de coração e hoje posso provar isso, porque ontem, preenchi a ficha de sócio
da ABIBS/RS, mandei os primeiros seis meses de mensalidade e na solenidade de
outubro próximo, estarei em Porto Alegre envergando a farda da Entidade e
participando com muito orgulho do Evento.
“SIGAM-NOS
OS QUE FOREM DO BATALHÃO SUEZ”
7º MENSAGEM
Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Data: Wed, 14 Jul 2004 00:58:51 -0300 (ART)
Assunto: Diário de Guerra
Para: Fernando Vargas <fvargas@infolink.com.br>, Alceu Batista <alcemab@ig.com.br>
"Se quizer progredir não repita a história, faça um história nova"
O importante não é repetir a história, mas sim, fazer uma história nova.
Caro
colega de luta
Francisco
Vargas
Primeiramente
uma notícia não muito boa para mim que gostaria que você recebesse todo o meu
livro para depois, a exemplo de Theodoro, desse o seu parecer. O programa onde
ele foi elaborado, editorado e com as fotos originais, deu pau e não consigo,
pelo menos por enquanto, continuar passando os capítulos para você. Vou
comprar um novo programa e continuar mandando os capítulos.
Em
segundo lugar eu senti que meu livro ficou com o final muito pobre diante da sua
narrativa no Diário de Guerra que descreve de maneira emocionante a Guerra dos
Seis Dias. Isso se explica, pois
sendo o livro fragmentos da missão contados por alguns dos nossos colegas, eu
coloquei coisas que poderiam inclusive não ser a expressão da verdade e ter
exageros que tornam o livro passivo de críticas destrutivas, o que não foi
minha intenção ao escrevê-lo; paralelamente deve ter acontecido que, na época
da pesquisa que realizei, faltou conhecê-lo para poder ter nas páginas do
“Será que valeu a pena”. Essa aventura chocante que valoriza em muito a
atuação do 20° Contingente ( gaúchos) na missão UNEF-1.
Veja
bem, eu acredito piamente na força das palavras e na capacidade da mente do ser
humano e acho que esse casamento em parceria com o poder de penetração da
Internet podemos atingir a situações incalculáveis; como a cura ou a morte, a
aproximação e a desunião, a educação e a condução dos nossos jovens para
a beira do abismo. A força das suas palavras narrando os acontecimentos durante
a Guerra dos Seis Dias e a minha capacidade de absorção, principalmente por
ter estado lá e visto muitas coisas tristes, pude formar o cenário e sentir
dentro de mim o pavor que tomou conta de vocês naqueles dias. Essa emoção que
chega a tirar o fôlego, vai tomar conta também de centenas de corações dos
nossos colegas quando abrirem o Site e ler o Diário de Guerra de Francisco
Vargas Neto.
O
Site, iniciativa brilhante do nosso colega Alceu Batista, pacientemente
atualizado, faz chegar a centenas dos nossos colegas, nos mais longínquos rincões,
a nossa história, as nossas reivindicações, os eventos realizados e a
aproximação de colegas distantes; só não conseguiu até hoje conscientizar
as autoridades brasileiras da necessidade de reconhecimento, o que foi feito
pela ONU quando da outorga da Medalha “In the service of peace” e pelo Comitê
Nobel do Parlamento Norueguês, quando em 28 de setembro de 1988, outorgou às
Forças de Paz da Organização das Nações Unidas, de 1948 até aquela data, o
Prêmio Nobel da Paz 1988. Para que o mundo tomasse conhecimento do nosso
trabalho, Javier Perez de Cuellar, 5° Secretário Geral da ONU, proferiu o
seguinte discurso, fechando com chave de ouro, as comemorações:
-“Para
manter a clama diante da provocação, para manter a serenidade ante o ataque,
as tropas das Nações Unidas, desde o soldado raso ao seu comandante, devem
possuir uma coragem muito especial, uma coragem que não se acha comumente na
maioria das pessoas. As tropas das nossas Nações Unidas tem sido postas à
prova, emergindo triunfante.”
Meu
caro Vargas, não tem telepatia, não tem site e nem Internet, por mais rápida
que seja que consiga chegar às mentes dos nossos dirigentes e das autoridades
civis e militares e fazê-los entender o desespero que o Soldado Gaúcho passou
no desenrolar da Guerra dos Seis Dias. Ninguém
se lembrou, até mesmo quem organizou o 20° Contingente, que estavam mandando
para uma terra de sol inclemente, homens de terra fria e mesmo assim os bravos
Gaúchos souberam enfrentar o calor do sol temperado com o cheiro de pólvora
queimada.
Precisamos
gritar, discursar, editar boletins, revistas, livros, fazer entrevistas, sempre
colocando esse seu trabalho, enriquecido com os problemas vividos por outros
contingentes que retiraram minas com as próprias mãos, que enterraram cadáveres
vítimas da Guerra de Suez, que viveram cercados pela lepra, tuberculose e
tracoma, além de terem nas suas refeições visitadas por moscas que antes
pousaram em corpos em decomposição no deserto.
Meu
livro está às ordens e embora não tenha sido ainda devidamente corrigido e
editado, seria para mim motivo de honra, poder encerrá-lo com o Diário de
Guerra.
Um
grande abraço
Magalhães - 3° Contingente
6º MENSAGEM
Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sun, 16 May 2004 19:19:35 -0300 (ART)
Caro Amigo Alceu
Começo a me entusiasmar e daqui a pouco vou querer reativar essa Associação e integra-la as demais, de modo que possamos enquanto vivos, relembrar
momentos tão importantes das nossas vidas, nos emocionarmos ao toque de apresentar armas e do Hino Nacional e nos sentirmos honrados quando um amigo, um filho ou um neto fazem perguntas sobre essa
importante missão que participamos.
Sei que tem momentos de decepção, mas é gratificante vermos a organização das Associações do Rio Grande do Sul, do Paraná e de Caçapava e recebermos, quando pensamos que ninguém mais se lembra de nós, uma láurea com a que recebi em Caçapava "Medalha do Mérito do Batalhão
Suez".
É preciso Alceu, primeiro limpar o caminho, depois tirar desses colegas tão importantes, a vaidade e o pretensionismo e depois, como num só corpo, sem títulos e sem
Federações e Confederações, lutarmos por um melhor reconhecimento, pois fomos, como eu
sempre digo, uma missão que levou a paz a povos irmãos e expusemos nossas vidas em defesa da sagrada missão de promover a paz.
Sabemos que dá mais IBOPE quando denegrimos a imagem de alguém, quando destruímos, quando matamos, mas quando fazemos a paz, quando
evitamos que cidades sejam destruídas, que famílias sejam dizimadas e corpos sejam tombados ou mutilados, não tomam conhecimento do nosso trabalho, não nos dão medalhas e nos deixam morrer a mingua, como já tem acontecido com inúmeros colegas.
Não devemos deixar que as nossas idéias se atenham apenas no âmbito dos quartéis
e nos encontros que temos de ano em ano ou por tempo mais dilatado; temos que fazer nossa
voz num uníssono chegar aos palácios, as Câmaras e aos Tribunais, para que as nossas autoridades de fato acordem e vejam que esses jovens
saíram da sua terra onde de uma forma ou de outra tinham seus familiares, seus confortos e sua segurança e se colocaram como mediador a serviço da paz mas num teatro de Guerra.
Num conceito proclamado pela ONU, durante a entrega do Prêmio Nobel, "pela primeira vez na historia da humanidade, colocamos soldados a serviço da paz e
quartéis a serviço da população carente" e esses heróis, antes mesmo de apontarem seus
fuzis, deram a mão, salvaram vidas e além de preservar a paz naquela conturbada região. Mantiveram por 10 anos, altiva e soberana a nossa bandeira verde amarela, azul e branca. Esses homens deram, com a missão bem cumprida, o primeiro passo para que o Brasil pudesse pretender uma Cadeira no Conselho de Segurança da ONU, o que nunca antes fora cogitado e agora são considerados os Boinas Azuis descartados que nem puderam
usufruir da Lei que o Ex Presidente Juscelino K. de Oliveira assinou antes da partida do Primeiro contingente considerando como de Serviço Relevante a participação de nossos
heróis na 1ª Força de Emergência das Nações Unidas.
Eu sei que é um sonho, mas quem sabe eu acorde amanhã e veja homens do seu Kilate na
Presidência de nossa Associação. Quem sabe?
Até amanhã
Um grande abraço e desculpe o desabafo
Não precisa responder, apenas divulgue se possível
Dacilio de Abreu Magalhães
3o Contingente
"Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova"
5ºMENSAGEM
De: =?Dacilio Magalhaes?= <dacilio@yahoo.com.br>
Data: Sun, 16 May 2004 10:25:37 -0300 (ART)
Convite do Alceu - Divulguem
Caro amigo Alceu
(...)
4º MENSAGEM
De:
Dacilio Magalhaes <dacilio@yahoo.com.br>
Data: Fri, 14 May 2004 19:45:59 -0300 (ART)
Assunto: Convite do Alceu - Divulguem
Para: xerxes_pompeu@yahoo.com.br, alcemab@ig.com.br
Caro Sgt FAB
Sr. Xerxes Barth
Li o e-mail do Alceu Batista alterando o nome do Sr. seu pai que foi um dos nossos colegas de luta, participante do 5o Contingente. Recomende-me a ele.
Meu nome é Dacilio de Abreu Magalhães, ex Presidente de nossa Associação e integrante do 3o Contingente do Batalhão Suez.
Caro Sargento, tomei a liberdade de chegar até vc para dar uma informação, muito importante e que, por razões que não gostaria que existissem, não foram divulgadas como deveria; não foram lançadas nas nossas enciclopédias e nem constaram dos nossos livros escolares.
Em 28 de setembro de 1988, o Comitê Nobel do Parlamento Norueguês, resolveu outorgar às Forças de Paz das Nações Unidas, o Prêmio Nobel da Paz 1988, de 1944, até aquela data. Nós militares do Exército brasileiro, integrantes do Batalhão Suez, através de nossas Associações procuramos divulgar e chegamos até a dar um Diploma simbólico pela Láurea recebida e isso aconteceu em dezembro de 1988 no Comando Militar do Sudeste, quando era comandante o Gen. Ex Jonas de Moraes Correia Neto.
No meu discurso, como vice Presidente da Associação e membro organizador do evento, eu enaltecia a participação da Força Aérea Brasileira que transportou com os seus Hércules 130, parte dos contingentes para o Oriente Médio e do Correio Aéreo Nacional que amenizava o sofrimento de nossos heróis com as cartas e encomendas que traziam do Brasil.
Falamos da Marinha de Guerra que com seus navios Ary Parreiras, Barroso Pereira, Custódio de Melo e Soares Dutra, transportaram a maioria dos nossos homens integrantes da mais longa e a mais importante Missão de Paz das Nações Unidas. Ao falarmos da Aeronáutica lembramos que de 1960 a 1964 a FAB participou de uma Operação de Paz da ONU, no antigo Congo Belga e com essa participação também foi laureada com o Premio Nobel da Paz 1988.
O Brasil não sabe, nossos jovens não sabem, as autoridades brasileiras não querem saber mas, tanto o Exército Brasileiro como a Força Aérea Brasileira, são detentores desse prêmio e fomos os únicos a trazer um Premio Nobel para o Brasil.
Divulgue, meu caro Sargento, para o seu comandante, para os seus colegas de farda e para seus amigos, esse marco importante da história do nosso Brasil.
Estou à disposição com um farto material sobre o assunto.
Um grande abraço e um prazer redobrado de te-lo entre nós.
Dacilio de Abreu Magalhães
"Se quizer progredir não repita a história, faça um história nova"
3º MENSAGEM
Caros colegas
Para mim as palavras tem uma força incalculável; tanto elevam como destroem e ontem quando abri o e-mail desse ilustre companheiro (Theodoro de P.Grossa), fiquei tão sensibilizado que cheguei a emoção, agravado talvez pelo momento que estou passando de mais um problema cardíaco e que parcialmente está
controlado.
Essas palavras, ditas para mim pela primeira vez, durante os dez anos que estive ativo na Associação, me deram uma força interior muito grande, chegando a me dar vontade de esquecer o
peleguismo, os oportunistas, os carreiristas e voltar a lutar pelo engrandecimento desses
colegas que deram suas vidas, suas juventudes pela paz de povos irmão, como se faz com os filhos, sem esperar qualquer recompensa.
Desejo a divulgação desse e-mail, na íntegra para que todos os que participam do seu
"mailen list" possam ver o desprendimento do colega Theodoro que sem vaidade. elogia um colega, com palavras até não tão merecidas, visando atrair-me de novo para o convívio da classe, pois sabe que ao longo do período que estive a frente da Associação, nunca tirei qualquer proveito pessoal, muito pelo contrário, utilizei recursos meus recursos
financeiros, intervi junto a empresa para mobiliar a Entidade, fiz doações e divulguei como pude os nossos heróis.
Quero que divulgue, pois o e-mail dele,(...), fará parte da galeria de Diplomas que tenho em uma das paredes da minha sala e que me orgulham muito
principalmente quando algum jovem leigo vê o que nós, quando jovens, fizemos por esse querido Brasil.
Muito obrigado e agora, motivado por esse querido colega, sinto-me até em condições de ajudar e a participar mais ativamente dos
anseios da classe
VEJA ABAIXO O E-MAIL ENVIADO PELO NOBRE COLEGA "THEODORO"
De:Theodoro <theojunior@uol.com.br>
Data:Fri, 9 Jan 2004 10:17:44 -0200
Para:Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Meu prezadíssimo amigo"Faraó" DACÍLIO
A.MAGALHÃES.
Antes de entrar (...), permito-me dizer que tenho a MAIOR HONRA e um grande júbilo em estar redigindo ..."estas mal traçadas linhas", ao meu grande e amado GURU - o Sr. DACÍLIO MAGALHÃES.
Puxa vida meu amigo !!! você não pode imaginar o tamanho da minha alegria quando recebi seu
"MAIL", muito embora o assunto que virtualmente tivéssemos que estar abordando, viesse a ser um assunto bastante desagradável (...)
O que realmente importa é estar conversando com o Grande Magalhães de tantas jornadas, de tantas conquistas. São as magias que o
Btl.Suez nos proporciona.
Eu tive o grande prazer em conhecer você (Dacílio) por ocasião daquele MEMORÁVEL dia 10 de dezembro de 1988, lá no Parque Ibirapuera - em São Paulo, quando , numa demonstração de sabedoria e pujança, vocês da Associação
Btl.Suez de São Paulo, liderados por sua queridíssima pessoa, homenageavam a todos os Boinas Azuis do meu amado Brasil, na entrega daquela maravilhosa homenagem e Diploma, alusivos ao Prêmio Nobel da Paz 1988.
Foi um "Glamour" e uma "coqueluche" que massageou o ego de todos. Mais tarde, creio que um ano após, estivemos juntos novamente lá em Belo Horizonte.
Foram acontecimentos que ficaram marcados, indelével, no coração de todos os seus súditos. Não poderia ser diferente comigo, e eu ainda quero ser um dos mais dedicados e servil deles.
Muito obrigado por aqueles dias, pelas tantas emoções.
Desde então não se pode, nunca mais, falar de alegria de fraternidade de vibrações com as coisas de Suez, sem lembrar daqueles momentos. Foi o marco zero das tantas emoções da nostalgia do
Btl.Suez e da Missão de Paz em que estivemos envolvidos, e das quais gostamos de relembrar.
Nos dias de hoje, lamentamos profundamente a sua ausência nos encontros, porém entendemos perfeitamente seu posicionamento, pois sabemos o quanto alguns dos nossos companheiros de missão o aborreceram e até o magoaram.
Porém saiba você que, sua liderança, sua fraterna e estimada pessoa nos faz muita falta, gostaríamos imensamente de que você pudesses rever a situação, e num ato de perdão pudesse voltar a conviver alguns momentos conosco, num dos encontros com a turma, e voltar marcar presença, ainda que esporádicas vezes, e então viesse a nos brindar com sua presença a ensinar a praticar o amor entre os irmãos menos afortunados e menos esclarecidos.
Veja que nos próximos dias haverá essa grande oportunidade, quando deverá acontecer um encontro dos Boinas Azuis do Btl.Suez lá em CAÇAPAVA-SP, em meados de abril 2004, e eu imploro sua benevolência para que faça um esforço e compareça, ao menos para conversar alguns instantes com seus súditos.
Vou querer estar lá na fila, esperando por uma fraterno abraço do meu Gran MESTRE e GURU. SONHO MEU!
(...)
Mesmo com todos esses contra-tempos, eu quero dizer ao Guru MAGALHÃES que terei a maior alegria em sempre poder conversar com o amigo.
Aceite pois, meus respeitos e minha admiração.
Com meus mais sinceros votos, de Feliz Ano Novo junto aos seus Familiares, despeço-me com um grande e cordial abraço,
Theodoro - Ponta Grossa -Pr.
Um grande abraço
Dacilio de Abreu Magalhães
De:Dacilio Magalhaes<dacilio@yahoo.com.br>
Data:Thu, 8 Jan 2004 19:27:31 -0300 (ART)
2º Mensagem
Data: Mon, 21 Apr 2003 14:33:15 -0300
De: Dacilio Magalhaes <dacilio@yahoo.com.br>
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Relativo a reportagem "BAIXAS" enviadas a todos Boinas Azuis pelo
colaborador do site Damião Aboud do 10º Contingente.
("BAIXAS" é um Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, e foi editada na Janela
Almanaque do site Btl.Suez.)
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A princípio devo dizer que tenho formação espírita e vejo os acontecimentos por um ângulo muito especial.
Sobre a Guerra e sobre o sofrimento dos pais, nós das Forças de Paz das Nações Unidas, passamos também por isso. Estivemos em território neutro, mas num teatro de Guerra, tanto assim que perdemos alguns irmãos e segundo estatística da própria ONU, em 1988 quando recebemos o Premio Nobel da Paz, outorgado pelo
Comitê Nobel do Parlamento Norueguês, já tínhamos " 817
" baixas e é bom que se diga que fomos em missão de paz.
Os Estados Unidos fazem a Guerra visando interesses diversos e usam até o nome de Deus, mas tem um fator importante; eles pelo menos reconhecem o valor desses jovens que deram suas vidas pela o "bem da Pátria" e nós que deixamos nossos familiares, nossa pátria, para em terra de
línguas e costumes diferentes dos nossos, lutarmos pela paz de povos irmãos e quando chegamos vitoriosos, pois no período em que lá estivemos, a paz reinou - Não aconteceram destruições de cidades, não tivemos
famílias dizimadas e nem seres humanos mortos ou mutilados - nós sim regamos o
deserto do Sinai com sangue brasileiro, partamos, socorremos, ajudamos e só usamos o fuzil em defesa própria e quando chegamos ao Brasil fomos descartados e alguns que
saíram da pobreza total, quando retornaram com seus míseros Dólares que foram
diminuídos pelo Presidente Jânio Quadros, permaneceram nessa situação, sem se quer ter direito a um hospital.
Nós mantivemos o Pavilhão Nacional tremulando bem alto naquela terra de fanáticos, convivemos com a lepra, tracoma e tuberculose; dividíamos nossas refeições com as moscas que antes pousaram nos corpos em decomposição, vítimas da Guerra de Suez; vivemos pelo menos 1 ano e dois meses sob um sol de 52
graus, passando fome e sede e quando retornamos ao Brasil, o que recebemos?
A ONU nos deu uma medalha de bronze do Pacificador, A Noruega nos deu o Premio Nobel da Paz 1988 e o Brasil o que nos deu?
Os americanos, mortos ou vivos participantes de todas as guerras absurdas que eles promoveram, são amparados até a morte; tem passagens de avião
grátis e nós
Nada sob essa sagrada missão levada a bom termos pelos jovens brasileiros, foi escrito nos livros escolares ou nas enciclopédias e
ninguém sabe que esses mesmos jovem trouxeram para o Brasil pela primeira vez um Premio
Nobel, o da paz de 1988.
Desculpe o desabafo.
Abraço em todos
Dacilio Magalhães - 3°Contingente da Força de Emergência das Nações Unidas - de fevereiro de 1958 a junho de 1959
dacilio@yahoo.com.br
1º Mensagem
Companheiro Alceu:
Passo as suas mãos cópia do meu livro não editado “ Será que Valeu a Pena?” que poderá ser utilizado nas informações necessárias ao site do Batalhão Suez.